Kenia Serena Ungaretti, Estudante de Direito
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Kenia Serena Ungaretti

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Acadêmica de Direito
Atualmente cursando o VIII Período da Graduação na UNESA - Cabo Frio, preparando-se para o XXVI Exame de Ordem optando pelo Direito Empresarial na 2ª Fase, pois é este ramo que visa operar em sua Carreira de Transformadora do Direito.
Pretende atuar na Área, permeando, desta forma, o Direito Aduaneiro, Internacional Privado e Público, Comercial, Bancário, Tributário, Penal Econômico, Ambiental, Administrativo, Trabalhista, Consumeirista, Financeiro, Arbitragem Internacional, e quais mais necessário for conhecer. Em suma, busca se preparar para lidar com os desafios jurídicos de Empresas Nacionais e Internacionais de Grande Porte, prestando consultoria ou postulando em seu favor, bem como atender Empresas de Médio e Pequeno Porte, Empresários Individuais e EIRELIs.

Comentários

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Kenia Serena Ungaretti, Estudante de Direito
Kenia Serena Ungaretti
Comentário · há 6 meses
A participação feminina na política deve se dar de maneira natural, conforme a marcha da evolução social. A cota em si não resolve esse desafio (se é que há, veementemente, necessidade de tal ocupação nas cadeiras políticas do país).

Imagino que a ascensão política da mulher se dará melhor se ocorrer em consonância com o interesse em participar das discussões políticas ao redor, inciando da base, galgando maiores espaços, conforme o desenvolvimento de ações políticas.

Na verdade, a participação política em geral está aquém do ideal em nosso país. Não somos educados para a Democracia Participativa. Estamos melhorando aos poucos a Democracia Representativa. Porém, ainda aguardamos que outros discutam, decidam e façam por nós.

No todo, estamos num processo de amadurecimento democrático. E, nesse ínterim, passo a passo, ano a ano, a presença de mulheres, negros, índios, LGBT's, etc., vai se ampliando. Conforme líderes surgem e são apoiados como representantes do povo ou de parcela deste.

No que tange as cotas, por ora, não vêm surtindo o pretendido efeito. Pelo contrário, o mesmo vem sendo deturpado, e tal imposição gera espaço para mais maracutaias, na medida em que poucas são as candidatas que verdadeiramente militam pelo cargo. O resultado, sabemos bem.

Neste ponto, há de ser revista a imposição das cotas. Do jeito que está, não está nada bem.

E segue o baile social! Que aprendamos a viver e fazer funcionar a Democracia (Participativa e Representativa).
Kenia Serena Ungaretti, Estudante de Direito
Kenia Serena Ungaretti
Comentário · há 7 meses
Concordo plenamente com a necessidade de melhorar e ampliar a oferta de vagas na carceragem brasileira. Temos que aparelhar melhor o sistema para que ele cumpra seu propósito, ao invés de ser usado como celeiro de maiores colapsos sociais.
Contudo, pensando na política criminal, há de se tratar também do assunto "tipos que mais encarceram".
É bem verdade que temos um grande número de presos por tráfico, por exemplo, que não cometeram o crime com ameaça ou violência (os dados não sei precisar), em especial entre a população carcerária feminina. Mas, sinceramente, é uma hipocrisia enorme ainda punir o comércio de entorpecentes (não de todos os tipos, mas apenas o ligado a drogas de "menor potencial ofensivo". Sim, elas existem). Digo isso porquê se trata de uma relação de compra e venda, pura e simples. Agora, com tamanha repressão, surge a margem para os crimes correlatos. Aí está o resultado dessa política antidrogas que, em geral, não tem fundamento científico para ser. Existem condutas com as quais precisamos conviver respeitando, e não combatendo sem cessar. O aborto também entra nesse momento do debate. Se eu não quero fazer, porquê não posso permitir que outros façam? Sem fundamento científico algum, apenas especulação moral e religiosa?
Essa perseguição a certas decisões que indivíduos tomam geram um nicho para problemas sociais que impactam deste o sistema de saúde até o prisional. E, no fim, quem paga a conta somos todos nós. Ou seja, relutamos tanto de um lado somente para ter que sofrer em outro.

(Importante frisar que no mercado temos tantos produtos altamente tóxicos e viciantes, até abortivos, regularmente (ou não) ofertados e regulamentados... Eu, sinceramente, não consigo me conformar com tamanha disparidade.)

Obrigada pelo artigo! Sempre bom poder dialogar, debater, em um ambiente não impregnado por ódio e segregacionismo.

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